Colocação de azulejos em cozinhas em Albufeira sem perder a cozinha durante semanas

Fazemos colocação de azulejos em cozinhas em Albufeira com a obra planeada ao dia: sabemos quando lhe tiramos a cozinha e quando lha devolvemos a funcionar. Visita sem custo, orçamento discriminado por escrito e garantia sobre a aplicação.

Trabalhamos com o seu montador de móveis ou com as medidas do projeto que já tem, para que tomadas, prateleiras e remates fiquem onde têm de ficar.

Cozinha com azulejos em tons de verde, sem móveis

Peça a sua visita e orçamento

Visita à obra e orçamento escrito, sem custo. Respondemos normalmente no próprio dia ou no seguinte.

Ao enviar, aceita a nossa política de privacidade. Usamos os seus dados apenas para responder a este pedido.

Colocar azulejo na cozinha é o trabalho com mais obstáculos por metro quadrado

Uma parede de sala é uma superfície livre. Uma cozinha não: é uma faixa de 50 ou 60 centímetros de altura, entre a bancada e os armários suspensos, atravessada por seis tomadas, o ponto de água, a saída do exaustor, a tubagem do gás e o recorte da placa. É aí, naquele metro e meio à frente de quem cozinha, que se vê em dez segundos quem tem ofício e quem não tem. Se as tomadas ficarem cortadas a meio de uma junta, se a última fiada por baixo do armário aparecer cortada a 2 cm e desalinhada, se a junta entre a cerâmica e a bancada estiver preenchida com silício mal puxado, nota-se todos os dias.

E há um segundo problema, que só aparece mais tarde: a cozinha é a divisão onde o revestimento trabalha mais. Vapor constante, projeções de gordura, calor a subir da placa, detergentes desengordurantes semana após semana. Um betume cimentício corrente atrás de um fogão escurece em poucos meses e deixa de sair com esfrega nenhuma. Por isso, quando falamos de instalação de azulejo em cozinha, a escolha do betume e da selagem dos cantos pesa tanto como a escolha da peça.

Em Albufeira acresce uma dificuldade prática que não é tido em conta quando se colocam azulejos nas paredes de outras divisões. Grande parte das cozinhas do concelho está em apartamentos dos anos setenta a noventa, construídos com rapidez para responder ao turismo: são espaços pequenos, muitas vezes ligados a uma marquise, com paredes de tijolo furado que não estão ao prumo e com instalações elétricas que foram sendo acrescentadas sem critério. Já encontrámos cozinhas com 1,5 cm de barriga na parede principal — o suficiente para que os armários suspensos, montados a direito, deixem uma fresta visível em cima da cerâmica se ninguém corrigir o suporte antes. É por isso que começamos por encostar a régua à parede, e não pelo catálogo.

Cozinha numa casa antiga do Algarve

O que ganha ao contratar-nos para colocar azulejo na parede da cozinha

Fica com as tomadas e os interruptores centrados nas peças, em vez de cortados a meio de uma junta.

Sabe o preço de toda a instalação de azulejo em cozinha antes de começarmos, por escrito e discriminado.

Sabe quantos dias fica sem cozinha e quais são, para poder organizar as refeições da família.

Tem a última fiada certa por baixo dos armários suspensos, sem tiras finas mal cortadas à vista.

Recupera uma parede que se limpa com uma passagem de pano, mesmo na zona atrás da placa.

Deixa de ter betume escurecido nos cantos ao fim do primeiro ano, porque usamos o produto certo em cada zona.

Fica com a junta entre bancada e cerâmica bem selada, sem água a infiltrar-se por trás do móvel.

Tem cantos exteriores resolvidos com perfil ou a 45°, à sua escolha, e não improvisados no fim.

Continua a viver em casa durante a obra, com a zona isolada e tudo limpo ao fim do dia.

Guarda peças sobrantes do mesmo lote, para o dia em que uma partir e o modelo já não se fabricar.

Reconhece-se nalgum destes momentos para instalar azulejo na cozinha?

Comprou os móveis novos há três semanas e estão à espera na loja. O montador precisa de saber quando pode ir, e a resposta depende de quem lhe faça a parede. Está naquele ponto desconfortável em que já gastou o dinheiro grande e é uma peça pequena do puzzle que trava tudo. O que tem na cabeça é simples e concreto: chegar a casa, abrir a porta da cozinha e ver o metro branco biselado atrás da bancada, com a luz da tarde a bater de lado nos biséis.

Ou a cozinha é a mesma desde que comprou a casa. Aquele azulejo de 15x15 com cercadura de frutas, o betume que já não volta a branco por mais lixívia que leve, a mancha permanente atrás do fogão. Cozinha lá todos os dias e há muito que deixou de olhar para a divisão com gosto. Não quer obras de fundo: quer só que aquela parede deixe de ser o assunto.

Há também quem esteja a preparar um apartamento para arrendar. Sabe que a cozinha e a casa de banho são as duas divisões que decidem uma reserva nas fotografias e as duas que mais reclamações geram. Quer colocar azulejo na cozinha toda, até ao teto, precisamente porque assim se limpa depressa entre hóspedes e não há zona pintada a manchar com o vapor em agosto.

E existe o caso mais aflitivo, que nos chega quase sempre em setembro: o montador de móveis está marcado para quinta-feira e quem ia fazer a parede desapareceu. Em época alta, no Algarve, isto acontece mais do que se imagina. Quando conseguimos encaixar, encaixamos — e quando não conseguimos, dizemos logo, porque uma data falsa custa-lhe mais do que um «não».

Em qualquer destes cenários, entre a cozinha que tem hoje e a que imagina falta alguém que apareça na data combinada, que fale diretamente com o seu montador e que trate aqueles poucos metros quadrados com a atenção que eles exigem.

Cozinha com azulejos em tons de salmão, com os móveis ainda por instalar

O nosso processo de colocação de azulejos em cozinhas, passo a passo

  1. 1

    Diga-nos em que fase está

    Cozinha para renovar, móveis já comprados, obra de raiz ou substituição pontual. Com uma fotografia da parede atual já conseguimos adiantar muito.

  2. 2

    Vamos ver o espaço, sem custo

    Medimos a faixa entre bancada e suspensos, verificamos prumo e esquadro e percutimos o revestimento existente à procura de zonas ocas.

  3. 3

    Falamos com quem monta os móveis

    Confirmamos alturas de bancada e de armários e a posição final de tomadas e placa, para que a paginação seja calculada com números reais.

  4. 4

    Recebe um orçamento escrito e discriminado

    Área contabilizada, preparação da parede separada da aplicação, tipo de betume e remates incluídos. Sem compromisso.

  5. 5

    Ajudamos a escolher a cerâmica

    Explicamos que formatos funcionam numa cozinha estreita, que acabamentos se limpam melhor e quantas caixas encomendar.

  6. 6

    Fechamos data e articulamos calendários

    Combinamos consigo a sequência com o montador e com o eletricista, se houver tomadas a mudar de sítio.

  7. 7

    Protegemos a casa antes de começar

    Bancada e eletrodomésticos cobertos, pavimento protegido, porta selada e percurso definido para material e entulho.

  8. 8

    Preparamos o suporte

    Removemos o antigo quando é preciso, regularizamos desníveis e aplicamos primário de aderência conforme o estado da parede.

  9. 9

    Definimos consigo a paginação

    Decidimos a fiada de partida em função da bancada e dos suspensos, para que as peças cortadas não fiquem no campo de visão.

  10. 10

    Assentamos

    Com nível laser como referência contínua, niveladores em cada peça e recortes feitos à medida para tomadas, tubagens e saída de exaustor.

  11. 11

    Betumamos, selamos e limpamos

    Betume adequado à zona, silicone sanitário na junção com a bancada e véu de cimento removido antes de endurecer.

  12. 12

    Vemos a obra consigo

    Percorremos a parede lado a lado, corrigimos o que for preciso antes de fechar contas e entregamos a garantia por escrito.

Um ladrilhador repara o revestimento de uma cozinha
Cozinha espaçosa com azulejos em tons de azul e sem móveis
Cozinha de uma casa antiga em Albufeira após a substituição dos azulejos

Os pormenores que distinguem uma boa instalação de azulejo em cozinha

O trabalho decide-se em três zonas, e nenhuma delas é o meio da parede. A primeira é a linha de partida: em vez de arrancar do chão, calculamos a paginação a partir da altura final da bancada e da base dos armários suspensos, para que a fiada de topo não acabe numa tira de dois centímetros mal cortada por baixo do móvel — o erro mais comum e o mais difícil de disfarçar depois. A segunda é a zona das tomadas, onde fazemos os furos com coroa diamantada e não a golpes de martelo, posicionando cada caixa de forma a ficar centrada na peça ou, no mínimo, sem cortar uma junta a meio. A terceira é o encontro entre a cerâmica e a bancada, selado com silicone sanitário sobre fundo de junta e nunca com betume cimentício, porque é ali que a água escorre todos os dias e é por ali que apodrecem as laterais dos móveis.

O resto do método acompanha: cimento-cola C2, talocha dentada escolhida em função do formato, dupla colagem em peças grandes, nível laser de linhas cruzadas como referência permanente e sistema de nivelamento por clip e cunha para que nenhuma peça fique mais saliente do que a vizinha. Os cortes saem de cortadora de bancada com disco diamantado refrigerado a água, que deixa aresta limpa no porcelânico retificado; nos cantos exteriores, damos-lhe a escolher entre perfil ou meia-esquadria a 45° feita em máquina. Nas zonas de maior exposição — a faixa atrás da placa, sobretudo — recomendamos betume epóxi ou cimentício com aditivo antimanchas, porque num ambiente com gordura e vapor um betume corrente escurece e deixa de recuperar. Detalhe que aqui no Algarve não é menor: em cozinhas exteriores e de alojamento local perto da costa especificamos perfis em inox ou PVC, nunca alumínio anodizado barato, que a maresia de Olhos de Água ou da Galé oxida em poucos verões.

A diferença final está em quem faz. Quem entra na sua cozinha são ladrilhadores com anos de ofício, habituados a trabalhar em espaços apertados e com móveis já montados ao lado, e não ajudantes emprestados de outra frente de obra conforme a semana. Trabalhamos em duplas fixas: quem lhe explicou o plano é quem está lá na quarta-feira de manhã a executá-lo.

Trabalho de substituição de azulejos numa cozinha já concluído

O que dizem os clientes que nos escolheram para colocar azulejo na cozinha

Paginação calculada com o montador de móveis

Os móveis estavam comprados e faltava a parede. A Ladrilhadores Albufeira coordenou-se diretamente com o montador e mediram a partir da altura real da bancada. A fiada de cima ficou certa por baixo dos suspensos, sem aquelas tirinhas mal cortadas que eu tinha visto noutras casas.

Isabel Charrua, Vale Navio

Seis tomadas, todas centradas na peça

Metro branco biselado na cozinha inteira. O que mais me surpreendeu foram as seis tomadas, todas centradas na peça. Sabia que isso não acontece por acaso. Três dias de trabalho e a bancada ficou coberta e intacta do princípio ao fim.

Bruno Salgueiro, Açoteias

Betume epóxi atrás do fogão

Atrás do fogão tinha sempre uma mancha que não saía. Recomendaram betume epóxi só naquela faixa e explicaram-me porquê. Passou um ano de fritos e refogados e limpo com um pano húmido. Valeu cada cêntimo da diferença.

Lurdes Colaço, Branqueira

Duas cozinhas de alojamento local em janeiro

Tenho dois apartamentos de alojamento local e quis colocar azulejo na cozinha toda, até ao teto, para limpar depressa entre hóspedes. Fizeram os dois em janeiro, dentro do prazo, e a limpeza entre reservas passou a demorar metade do tempo.

Filipe Godinho, Cerro de Águia

Barriga na parede detetada antes de orçamentar

A parede tinha uma barriga que ninguém tinha detetado. Mostraram-ma com a régua antes de orçamentar e regularizaram. Os armários suspensos assentaram sem folga nenhuma contra a cerâmica. Se tivessem colado por cima, hoje via-se a fresta.

Sónia Raposo, Sesmarias

Café aberto na segunda-feira, sem um dia fechado

Café com cozinha pequena e muito movimento. Trabalharam à noite e ao domingo, e deixaram meia-cana nos rodapés por causa da higiene, como o veterinário sanitário exige. Na segunda de manhã abrimos como sempre. Sem um dia fechado.

Amílcar Viegas, Ferreiras

Três dias sem cozinha, exatamente os três previstos

Vivemos em casa durante a obra, com uma criança pequena. Selaram a porta da cozinha, cortaram sempre na varanda e aspiraram todas as tardes. Ficámos três dias sem cozinha, exatamente os três que tinham dito. Nem um a mais.

Patrícia Encarnação, Santa Eulália

Peça orçamento para a sua instalação de azulejo em cozinha

Vamos a sua casa em Albufeira, medimos a faixa entre bancada e suspensos, avaliamos o estado da parede e entregamos-lhe tudo por escrito. A visita não tem custo nem o compromete a nada.

Colocação de azulejos em cozinhas no Algarve, a partir de Albufeira

Cobrimos o concelho inteiro — as freguesias de Albufeira e Olhos de Água, Ferreiras, Guia e Paderne — e, com elas, zonas como Areias de São João, Montechoro, Santa Eulália, Branqueira, Cerro de Águia, Vale Navio, Sesmarias, Vale de Parra, Açoteias ou Praia da Galé.

Conhecer o terreno muda o trabalho de forma concreta. Nos apartamentos turísticos junto à Praia dos Pescadores, as cozinhas são estreitas e a marquise contígua costuma ter uma parede de meio tijolo que não aguenta qualquer solução: avaliamos isso antes de propor seja o que for. Em Paderne e no interior encontramos casas com rebocos de cal antigos, que não aceitam cimento-cola diretamente e exigem tratamento prévio. Nos condomínios de Santa Eulália há horários fixos para ruído e para descarga de material, e planeamos o dia em função deles em vez de chegar e descobrir. E sabemos que, com a dureza da água por cá, um betume branco claro numa cozinha muito usada ganha depósito calcário depressa se não for selado — por isso propomos tons e produtos que se mantêm.

Há ainda a vantagem mais prosaica de contratar quem trabalha ao seu lado: se, duas semanas depois de colocar cerâmica na parede da cozinha, notar alguma coisa, passamos lá. Não somos uma equipa que apareceu para a época e desapareceu em outubro.

Deslocamo-nos também ao resto do Distrito de Faro. Trabalhamos com regularidade em Vilamoura, Armação de Pêra e Almancil, mas se a sua cozinha é em Lagoa, Loulé, Portimão, Silves ou Tavira, diga-nos onde fica e tratamos a deslocação com clareza logo na primeira versão do orçamento.

Cozinha com azulejos em tons de areia clara, com alguns móveis já instalados

Quanto custa colocar azulejo na cozinha

A primeira coisa a perceber é que uma cozinha tem poucos metros quadrados e muito trabalho por cada um deles. Uma faixa entre bancada e armários pode ter 4 ou 5 m² e conter seis recortes de tomada, o furo do exaustor, dois cantos exteriores e o remate junto à janela. Comparada com uma parede corrida de sala, a mesma área custa naturalmente mais, e é por isso que um valor fechado dado ao telefone raramente sobrevive à primeira visita.

Pesa, antes de tudo, o estado da parede: uma superfície nova e ao prumo é o cenário simples; uma parede com azulejo antigo para remover, com zonas ocas ou com desníveis a regularizar acrescenta trabalho que nada tem a ver com assentar cerâmica. Depois conta o material e o formato — os mosaicos e a pastilha consomem muito mais tempo por metro quadrado, os formatos grandes exigem duas pessoas e dupla colagem, e os biselados só resultam se as juntas alinharem em toda a superfície. Pesa também a altura escolhida: só a faixa, ou colocar azulejo na cozinha toda até ao teto, que multiplica a área mas baixa o custo proporcional por metro quadrado, porque a parte mais demorada continua a ser a zona dos recortes.

Somam-se ainda o número de tomadas e passagens de tubagem, os cantos a rematar com perfil ou a 45°, o tipo de betume (o epóxi é mais caro de material e de aplicação, mas noutro patamar de resistência), a necessidade de trabalhar com os móveis já montados, a remoção de entulho e o prazo que tem de cumprir — sobretudo se a obra estiver encaixada entre a saída de um inquilino e a entrada de outro.

Como ordem de grandeza, a colocação de azulejos em cozinhas em Albufeira começa nos 30 €/m². É um valor meramente indicativo, para lhe dar uma escala antes de nos contactar, e não constitui proposta. O número da sua cozinha sai da visita: medimos, avaliamos o suporte e entregamos um orçamento discriminado, gratuito e sem compromisso.

Trabalho de colocação de azulejos concluído numa casa de construção recente

Perguntas frequentes sobre colocar azulejo na parede da cozinha

O mínimo indispensável é a faixa entre a bancada e os armários suspensos, porque é ali que se concentram salpicos de água, gordura e vapor. A seguir vem a parede atrás do fogão ou da placa, que deve subir mais alto do que a faixa normal — idealmente até à base do exaustor — porque as projeções de gordura chegam mais longe do que se pensa. Se houver uma zona de lava-loiça isolada ou uma máquina de lavar encostada a uma parede sem móvel por cima, vale a pena revestir também. O resto é decisão de utilização e de estética, e é conversa que temos consigo na visita, com a cozinha à frente.

Não é obrigatório, mas há casos em que compensa claramente. Se a cozinha é pequena e mal ventilada, se há alguém a cozinhar todos os dias com frituras, ou se o apartamento se destina a arrendamento e vai ter limpezas frequentes entre hóspedes, revestir até ao teto poupa-lhe repinturas anuais e facilita muito a higienização. Em cozinhas amplas e bem ventiladas, a combinação de faixa revestida com o resto pintado com tinta lavável funciona bem e fica mais em conta. A diferença de custo entre as duas opções fica visível no orçamento, para que decida com números à frente.

Do ponto de vista prático, importam três coisas: a absorção de água (baixa, sempre), o acabamento e o formato. Os acabamentos acetinados e brilhantes limpam-se melhor do que os mates com textura, onde a gordura se instala nos poros — e na zona da placa esta diferença nota-se ao fim de um ano. Peças grandes reduzem o número de juntas e, por isso, o número de pontos onde a sujidade se acumula; peças pequenas e pastilha são bonitas mas exigem mais manutenção. Evite pedra natural porosa sem tratamento atrás de uma placa: mancha com azeite e com molho de tomate e não recupera. Damos-lhe opinião técnica antes da compra, mesmo que o material venha de outro fornecedor.

Frequentemente sim, se estiver bem colado e sem humidade, e isso poupa demolição, entulho e dois ou três dias. Numa cozinha, porém, há uma condicionante extra que não existe noutras divisões: ganha cerca de 1,5 cm de espessura, e esse centímetro e meio conta quando a bancada já está montada, quando há eletrodomésticos encastrados à medida ou quando os móveis encostam a um canto. Nesses casos, ou se remove o antigo, ou se acerta a solução com o montador antes de decidir. Verificamos tudo isso na visita e dizemos-lhe com franqueza qual das opções lhe sai melhor.

A bancada tem de ficar livre e os eletrodomésticos encostados à parede a intervir precisam de sair do sítio. Cobrimos tudo o resto. Na prática, costuma ficar dois a quatro dias sem usar a cozinha em condições, e dizemos-lhe exatamente quais são antes de começar para que possa organizar-se. Isolamos a divisão com plásticos e fita, cortamos com máquina a água na varanda ou no exterior e aspiramos ao fim de cada dia.

Uma faixa de cozinha corrente leva normalmente um a três dias de aplicação. Colocar azulejo na cozinha toda, até ao teto, costuma ocupar três a cinco. A estes prazos há que somar a preparação, quando é necessária, e tempos que não se comprimem: o cimento-cola precisa de presa antes de se betumar e o betume precisa de cura antes de levar lavagens fortes. Forçar essa fase é a causa mais comum de juntas que fissuram no primeiro ano.

Depende do caso, e é uma decisão que vale a pena tomar em conjunto. Assentar antes da montagem dá mais liberdade de trabalho e permite revestir toda a parede; assentar depois garante que a paginação nasce das alturas reais e evita azulejo desperdiçado atrás de móveis. O que nunca fazemos é decidir sozinhos: falamos com o seu montador e escolhemos a sequência que lhe der melhor resultado.

Entre outubro e março, uma a duas semanas costuma chegar. Da Páscoa a setembro, a agenda no Algarve enche muito depressa e o realista são três a cinco semanas. Se está a coordenar-se com um montador de móveis ou com uma data de entrada de hóspedes, diga-o logo no primeiro contacto: preferimos avisar que não conseguimos a aceitar e desalinhar-lhe o calendário todo.

A mão de obra tem garantia, com o prazo indicado por escrito no orçamento, e cobre aderência, planeza, alinhamentos e juntas. Se uma peça se soltar por causa da nossa aplicação, voltamos e resolvemos. Não cobre defeitos de fabrico nem danos por impacto, mas mesmo nesses casos ajudamos a tratar a reclamação com o fornecedor.

Falemos da sua colocação de azulejos em cozinhas em Albufeira

Se está a coordenar móveis, eletricista e datas, o que provavelmente lhe falta não é mais informação: é uma data firme de alguém que apareça. Escreva-nos a dizer em que fase está e nós encaixamo-nos no seu calendário em vez de lhe impor o nosso.

Indique se os móveis já estão comprados, se há tomadas a mudar de sítio e até que altura pretende revestir. Uma fotografia da cozinha como está hoje, tirada de frente e de lado, ajuda-nos a perceber prumo, cantos e recortes, e permite responder-lhe com rigor logo à primeira mensagem. Se já tiver o projeto da cozinha com as alturas de bancada e suspensos, melhor ainda: calculamos a paginação a partir daí.

Depois disso marcamos a visita, medimos e entregamos um orçamento discriminado, gratuito e sem obrigação nenhuma. Se preferir falar, ligue-nos: em poucos minutos fica com uma ideia clara de quantos dias fica sem cozinha e de em que semana conseguimos começar — mesmo que acabe por escolher outra empresa.

Falar sobre a sua cozinha

Visita à obra e orçamento escrito, sem custo. Respondemos normalmente no próprio dia ou no seguinte.

Ao enviar, aceita a nossa política de privacidade. Usamos os seus dados apenas para responder a este pedido.

Cozinha ampla com azulejos em tons claros numa casa nova
Um trabalhador troca os azulejos de uma cozinha
Um ladrilhador coloca azulejos novos numa cozinha