Cobrimos o concelho inteiro — as freguesias de Albufeira e Olhos de Água, Ferreiras, Guia e Paderne — e, com elas, zonas como Areias de São João, Montechoro, Santa Eulália, Branqueira, Cerro de Águia, Vale Navio, Sesmarias, Vale de Parra, Açoteias ou Praia da Galé.
Conhecer o terreno muda o trabalho de forma concreta. Nos apartamentos turísticos junto à Praia dos Pescadores, as cozinhas são estreitas e a marquise contígua costuma ter uma parede de meio tijolo que não aguenta qualquer solução: avaliamos isso antes de propor seja o que for. Em Paderne e no interior encontramos casas com rebocos de cal antigos, que não aceitam cimento-cola diretamente e exigem tratamento prévio. Nos condomínios de Santa Eulália há horários fixos para ruído e para descarga de material, e planeamos o dia em função deles em vez de chegar e descobrir. E sabemos que, com a dureza da água por cá, um betume branco claro numa cozinha muito usada ganha depósito calcário depressa se não for selado — por isso propomos tons e produtos que se mantêm.
Há ainda a vantagem mais prosaica de contratar quem trabalha ao seu lado: se, duas semanas depois de colocar cerâmica na parede da cozinha, notar alguma coisa, passamos lá. Não somos uma equipa que apareceu para a época e desapareceu em outubro.
Deslocamo-nos também ao resto do Distrito de Faro. Trabalhamos com regularidade em Vilamoura, Armação de Pêra e Almancil, mas se a sua cozinha é em Lagoa, Loulé, Portimão, Silves ou Tavira, diga-nos onde fica e tratamos a deslocação com clareza logo na primeira versão do orçamento.