Assentamos cerâmica, grés porcelânico e pedra natural em paredes e pavimentos. Não fazemos alvenaria, nem pintura, nem canalização. Essa concentração é a primeira coisa que o cliente ganha, porque um ofício praticado todos os dias resolve com naturalidade aquilo que a uma equipa polivalente custa: uma paginação que tem de nascer da altura real de uma bancada, um porcelânico de grande formato que exige duas pessoas e dupla colagem, uma zona de duche que tem de ficar estanque de verdade.
Trabalhamos para particulares, para empresas e também em regime de subempreitada para construtores e empreiteiros gerais que precisam de uma equipa de ladrilhadores fiável para uma fase específica da obra. Entramos em remodelações, em reabilitação de edifícios antigos e em construção nova, e a diferença entre essas três situações é real: numa casa habitada, o que o cliente ganha é poder continuar a viver lá, porque avançamos por setores, selamos portas e deixamos sempre uma casa de banho operacional; numa reabilitação, ganha alguém que avalia o que está por baixo antes de decidir demolir, porque nem todo o pavimento antigo merece ir para o contentor; numa obra nova, ganha uma equipa que se articula com os restantes intervenientes sem atrasar o encadeamento das fases seguintes.
Em habitação, fazemos moradias, apartamentos, condomínios e unidades de alojamento. Em espaços comerciais, trabalhamos em restaurantes, cafés, lojas, escritórios, clínicas, ginásios e cozinhas profissionais, onde os critérios deixam de ser estéticos e passam a ser técnicos: abrasão, antiderrapante, resistência química e remates que não deixem cantos vivos à higienização. Aí, o que o cliente ganha sobretudo é tempo: planeamos a partir da data de reabertura e não ao contrário, porque cada dia fechado é faturação que não regressa.
A nossa sede é em Albufeira, sensivelmente a meio do Algarve, e isso tem uma consequência prática para quem nos contrata: chegamos a qualquer ponto do Distrito de Faro em pouco mais de uma hora, o que mantém os custos de deslocação contidos e nos permite voltar se, meses depois, houver alguma coisa a corrigir. Não desaparecemos no fim da época.