Loulé é o maior concelho do Algarve e isso nota-se no trabalho. Na faixa litoral — Vilamoura, Quarteira, Almancil, Vale do Lobo — o desafio é o nível de acabamento exigido e a coordenação com arquitetos, decoradores e administrações de condomínio, além do ar salino, que obriga a perfis de inox ou PVC em vez de alumínio corrente. Na cidade de Loulé, os edifícios do núcleo antigo têm acessos estreitos e algumas ruas com restrições de circulação, pelo que planeamos a entrada de material antes de a carrinha lá chegar. E no barrocal e na serra — Querença, Salir, Alte, Ameixial — a realidade muda por completo: casas tradicionais com rebocos de cal que não aceitam cimento-cola diretamente, betonilhas antigas com desníveis grandes e, ao contrário do que acontece na costa, invernos com geada e amplitudes térmicas que exigem cimentos-cola resistentes ao ciclo gelo-degelo em varandas e zonas exteriores. Quem trata as duas realidades da mesma maneira acaba a repetir a obra.
Damos serviço em todo o concelho de Loulé, ou seja, nas freguesias de São Clemente, São Sebastião, Quarteira, Almancil, Alte, Ameixial, Boliqueime, Salir e União das Freguesias de Querença, Tôr e Benafim — e portanto em zonas como Vilamoura, Vale do Lobo, Quinta do Lago, Vale Judeu, Goldra e Barrosas.
Deslocamo-nos também a qualquer outro ponto do Distrito de Faro e do Algarve. Trabalhamos com frequência em Faro, Albufeira e São Brás de Alportel, mas se a sua obra é pela zona de Lagoa, Silves ou Vilamoura, diga-nos onde fica e tratamos a deslocação com clareza.